Amores e Padrões

Há um tempo comecei a notar um padrão. Todos os amores que já vivi tinham algo em comum: começavam e desenrolavam da mesma forma. Chegue...


Há um tempo comecei a notar um padrão. Todos os amores que já vivi tinham algo em comum: começavam e desenrolavam da mesma forma. Cheguei então a conclusão de que só vivemos o amor que escolhemos viver. Tudo acontece conforme nós queremos. Se quero um amor daqueles de filme, é essa história que eu vou procurar quando tiver oportunidade.

Incluo aqui a amizade. O tipo de amizade que teremos também tem muito disso de "idealizar um relacionamento perfeito". Só nos relacionamos com possíveis potenciais a serem aquele esteriótipo perfeito de alguém que queremos ter nas nossas vidas.  Mesmo que sem querer acabamos por criar a pessoa perfeita. E corremos em busca disso quase que instintivamente, com um filtro, sem ao menos notar, que na verdade, nosso cérebro está programado para escolher apenas quem se encaixe.

O inicio de qualquer relacionamento que possamos ter então, fica obrigatoriamente relacionado com a capacidade do nosso subconsciente de escolher por nós, o cara ou a garota que se encaixe perfeitamente (o quase) nos nossos padrões. Gostos.

Acontece que apesar de escolhermos o tipo de amor que teremos, nós nunca escolhemos o desfecho. O fim. Aí sim é coisa de destino. 

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